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Veja a seguir
algumas das melhores materias feitas por alguns
canais conceituados de comunicação.
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PLAYBOY de Março/2010 : "...Extensores podem
aumentar 36% na qualidade da ereção"

Trechos sobre a Matéria de
Alongamento Peniano:
Enlarge Your Penis!!!
Não há homem na Terra que nunca tenha cogitado
dar um upgrade no amigo lá de baixo. Mas será
que o risco vale a pena? A PLAYBOY investigou
todas as técnicas e revela verdades e mitos
sobre o crescimento do produto interno bruto.
EXTENSORES
COMO FUNCIONA: Encaixam-se eixos de metal ou
tiras elásticas entre a base e a glande. Em
tese, a pressão exercida faz o órgão crescer. O
produto é originalmente indicado para correção
de doença de Peyronie, vulgo “mal do pinto
torto”. Estudo publicado pelo British Journal of
Urology International em 2009, realizado com
voluntários que usaram extensores por seis
meses, concluiu que eles conseguiram aumentar
seu pênis em estado flácido em até 32%. Também
foi constatada uma melhora de até 36% na
qualidade da ereção.
- Extensor pode
alongar pênis em um terço, diz estudo
05 de março de 2009 • 14h26 • atualizado às
16h17
Uma equipe de cientistas da Universidade de
Turim, na Itália, afirma que os dispositivos
extensores do pênis produzem um alongamento
"efetivo e durável" de mais de 30%. Após
realizar um estudo com 21 homens "altamente
motivados", o urologista do Hospital San
Giovanni Battista da Universidade de Turim,
Paolo Gontero, publica os resultados obtidos na
última edição da revista britânica de urologia
BJU International.
O dispositivo é formado por uma argola de
plástico, duas barras extensíveis que exercem
tração e uma fita de silício que mantém o pênis
no lugar. Os participantes usaram o extensor por
uma média de cinco horas no primeiro e no
terceiro mês, e por quatro horas, a partir do
sexto.
O tamanho médio do pênis em repouso dos
indivíduos era de 7,15 cm e, em 12 meses,
cresceu 32%, para 9,45 cm. "Nosso estudo mostra
que o extensor do pênis produz um alongamento
efetivo e durável do pênis, tanto em repouso
quanto em ereção", afirma Gontero.
O especialista sugere que este tratamento
poderia ser uma alternativa à cirurgia. "Se
pesquisas mais profundas confirmarem estes
resultados, propomos que o dispositivo seja
utilizado como primeira linha de tratamento para
os homens que buscam um procedimento de
alongamento do pênis", explica.
EFE - Agência EFE - Todos os direitos
reservados. É proibido todo tipo de reprodução
sem autorização escrita da Agência EFE S/A
Fonte:
Terra Noticias
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O recorde mundial de 16 centímetros em aumento
peniano foi obtido com a associação de cirurgia
e fisioterapia
No ano de 1997 foi veiculado na imprensa
européia que o cirurgião plástico Dr. Jörn Ege
Siana, diretor da Scandinavian Clinic of Plastic
Surgery, localizada em Copenhagen, Dinamarca,
especialista em aumento peniano com mais de 1000
cirurgias de aumento peniano realizadas e
inventor de um aparelho Extensor para o Pênis,
tinha aumentado um pênis que inicialmente media
4,5cm e que após cirurgia que se constitui em
seção dos ligamentos suspensórios e fundiformes
do pênis, seguida de fisioterapia com o aparelho
Extensor passou a 19cm. O uso da fisioterapia
associado à cirurgia, além de evitar a retração
cicatricial proporciona um ganho adicional
diretamente proporcional ao tempo de uso da
tração. Este ganho impressionante de 14,5cm,
apesar de não termos conhecimento de ter sido
apresentado em literatura ou congresso do meio
médico, era tido como o recorde mundial.
No V Congresso Mundial de Aumento de Pênis,
patrocinado pela Academia Americana de
Cirurgiões Plásticos de Pênis, realizado em Bal
Harbour, Florida, USA, o médico brasileiro Dr.
Bayard Ollé Fischer Santos apresentou um caso
totalmente documentado através de fotos desde o
início até o final do tratamento, que
basicamente se constituiu na mesma técnica
utilizada pelo recordista anterior, onde o
paciente iniciou com 11cm e alcançou 27cm, tendo
um ganho de 16 cm. A tradução para o português
do resumo que está registrado nos anais do
congresso que define todo o experimento é o
seguinte:
"Relato de caso inédito: Aumento de 16
centímetros de comprimento do pênis através de
cirurgia e fisioterapia".
O presente trabalho apresenta um caso de aumento
no comprimento de 11 cm para 27 cm. O paciente
JCV, 32 anos, caucasiano, foi atendido em
11/10/94 com a queixa de insatisfação com o
tamanho do seu pênis cujas dimensões eram 11cm
no comprimento e de 10,5 cm no perímetro em
ereção.
Foi submetido a postectomia em 20/02/95. Após a
cicatrização usou tração por força gravitacional
com o aparelho PLD até 30/04/95 quando submetido
à secção de ligamentos suspensórios e
fundiformes do pênis e lipoescultura. Após a
cicatrização passou novamente a usar o PLD. Em
21/04/97 foi submetido a nova cirurgia para
corrigir assimetria do pênis devido a reabsorção
de gordura e retirada de alguns cistos
lipídicos, após a cicatrização passou usar
tração por dinamometria com o aparelho Extensor.
Durante o ano de 97 fez mais duas programações
no uso da força a ser utilizada no aparelho que
ficava entre 900-1000 gramas. Retornou em
28/03/2000 pois havia conseguido chegar até o
grau de distensão máxima do aparelho (27 cm),
que inclusive já estava folgado, e queria mais
uma barra distensora de 5 cm. Relatou que
durante estes três últimos anos usou por mais de
12 horas ao dia o aparelho Extensor com tração
entre 900-1000 gramas e que a cada 15 dias
aplicou uma ampola de Pregnyl® (Gonadotrofina
Coriônica Humana 5000 UI). Relata que seu membro
atingiu 27 cm de comprimento em ereção e que vem
tendo uma atividade sexual intensa e de boa
qualidade de ereção. Sabemos que o pênis em
repouso quando estirado atinge o comprimento de
ereção, o que é verificado no uso do aparelho
pelo paciente com sua distensão máxima que é de
27 cm.
A importância deste recorde não está associado
apenas ao incrível aumento no pênis deste
paciente, que inclusive foi aleatório à
orientação médica que lhe deu alta quando o
mesmo atingiu 16 cm de comprimento em ereção,
mas sim comprovar que o pênis realmente pode
aumentar, sem riscos para o funcionamento, a
despeito de muitos médicos ainda insistirem que
seja impossível aumentar o pênis.
Este fato notável não poderia deixar de chamar a
atenção da imprensa internacional. O jornal "Le
Monde" de Paris, França, na sua edição de 25 de
janeiro de 2001, veiculou este recorde, que
passou a ser cogitado para ser registrado no
Guinness Book. Nesse período o registro deste
recorde estava aguardando que o departamento de
pesquisa desse o seu aval à publicação. O
registro deste recorde no Guinness foi
posteriormente outorgado, sendo a sua
credibilidade científica comprovada e
reconhecido como o maior aumento de pênis em um
único paciente.
Fonte: Clínica de Andrologia Dr. Bayard Ollé
Fischer Santos
Autor do livro "A Medida do Homem"
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A Polêmica dos Centímetros
A virilidade masculina sempre esteve associada
ao tamanho do órgão sexual. Mas não pense você
que essa preferência é invenção de nossa época.
Diversas culturas já praticavam técnicas um
tanto quanto esdrúxulas para conseguir estender
em alguns centímetros seus pênis. Um dos casos
mais absurdos envolve os indianos Sanhus e os
peruanos Cholomecs. Essas tribos tinham por
hábito usar pesos para atingir acréscimos de até
- pasmem – 45 centímetros. Tanto exagero não
tinha como dar certo. Os órgãos acabam se
tornando disfuncionais.
Nosso país também preserva algumas curiosidades.
Durante o século XVI, os índios brasileiros da
tribo Topinoma colocavam veneno de cobra no
membro. O resultado? Inchaço, e muito
sofrimento, que chegavam a durar seis dolorosos
meses. Tudo para proporcionar mais prazer às
parceiras. Loucuras como essas são indícios de
que a busca por um órgão sexual avantajado
sempre existiu, sendo inclusive sinônimo de
status. Não é de estranhar que, ainda hoje, os
homens vivam uma verdadeira obsessão pela
grandeza nos países baixos.
Hoje, os menos privilegiados não precisam passar
por tanto sofrimento, nem tornar seus membros
inutilizáveis. Felizmente, já existem inúmeras
técnicas que se propõem a garantir um pouco mais
de comprimento e até mesmo grossura ao
dito-cujo. Candidatos não faltam. Todo homem,
uma vez ou outra, já desejou ter um pênis maior.
Mesmo os que estão satisfeitos com o que têm,
certamente não reclamariam de alguns centímetros
a mais. E com toda a razão: nós, mulheres,
costumamos apreciar um tamanho G.
A situação oposta costuma, inclusive, causar
alguns sustos. Laura Marcondes, 27 anos, ainda
se recorda da decepção que sofreu há seis anos,
quando se deparou com um exemplar PP. "Jamais
vou me esquecer daquilo. Era muuuito pequeno,
uma coisa inesquecível. Tinha acabado de
terminar um namoro muito longo, quando conheci
esse cara. Estávamos saindo há um tempinho.
Durante os amassos, já tinha percebido que
faltava alguma coisa ali. Mas não fazia noção de
que fosse tão pequeno. Na hora, fiquei tão
nervosa, que nem prestei muita atenção. Só não
foi pior porque ele compensou – e muito bem –
com sexo oral. Mas não ficava dentro de jeito
nenhum", recorda Laura. O desfecho da história?
“Depois dessa, nunca mais. Se eu gostasse muito
dele, até dava um jeito. Mas não era o caso”,
avalia.
Histórias como essas são comuns em rodinhas de
mulheres. Mas se para nós já é desagradável
passar por uma situação dessas, imagine para
eles, que a cada transa, se preocupam com o que
a parceira vai achar do tamanho – ou da falta
dele. Para burlar a vergonha, há dois caminhos.
Em casos extremos, como a micropenia, a cirurgia
peniana já é realizada no Brasil com aval de um
urologista. Já no mercado de produtos eróticos
há uma disponibilidade de produtos que, em tese,
dariam um pouco mais de extensão ao membro. São
bombas desenvolvedoras, cintas elásticas e
extensores penianos em mil e um modelos.
Geralmente vendidos pela internet, esses
produtos são condenados pela classe médica.
“Tudo começou com um extensor peniano, que de
alguma forma conseguiu registro da ANVISA. Mas
nunca houve evidência científica de que
funcionasse. Do ponto de vista médico, esses
acessórios não funcionam”, afirma Eloísio
Alexsandro da Silva, urologista e membro-titular
da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU).
Confira a promessa de cada um:
Bombas desenvolvedoras: Bombas a vácuo. Podem
ser manuais ou elétricas. A idéia é inserir o
pênis dentro da bomba, que vai retirar o ar do
interior. “As bombas não aumentam o tamanho do
pênis, apenas sugam o sangue para dentro do
corpo cavernoso, provocando uma ereção.
Atualmente, elas não são recomendadas nem no
caso de disfunções eréteis. Cientificamente, não
há provas de sua eficácia. Além disso, o uso
pode provocar danos como isquemias, dores e
inchaços, em alguns casos irreversíveis”, alerta
o urologista Eloísio Alexsandro da Silva. Uma
bomba pode chegar a custar mais de R$ 700.
Extensores penianos: Se propõe a fazer o que o
próprio nome já diz: esticar o pênis através da
tração. O aumento se daria através da tração
contínua, que produziria um aumento da divisão
celular.
Cintas elásticas: A cinta é normalmente presa à
coxa, funcionando com o mesmo princípio dos
extensores. “Essas cintas não permitem o
controle da pressão exercida. Algumas possuem
até pesos, para fazer mais tração no pênis. Isso
tudo é, no mínimo, muito estranho”, opina Dr.
Eloísio.
A enorme procura por este tipo de produto no
mercado erótico mostra que os homens estão
insatisfeitos com o tamanho de seus pênis. Na
opinião do Dr. Eloísio, a vontade de ter um
membro maior não está necessariamente
relacionada a tamanhos abaixo da média. “É comum
um paciente chegar aqui com este tipo de queixa,
medimos, e constatamos que ele está dentro da
média. Por isso o mais importante é saber como
medir corretamente. Recomendo sempre que, para
tirar dúvidas, este procedimento seja realizado
por um urologista. O pênis flácido também pode
ser medido. Basta esticá-lo ao máximo para
frente, que corresponderá ao tamanho que ele
atingirá ereto. Da extremidade da glande, até a
base, onde se pode sentir o osso em cima do
pênis”, explica o médico. Além disso, é normal
homens acharem que têm um pênis menor do que é
na verdade. “Assim como existe o transtorno
dismórfico corporal – quando se tem uma
percepção irreal do corpo –, existe também o
transtorno dismórfico genital. O pênis
brasileiro tem em média 14 centímetros, mas os
homens parecem não acreditar nisso. Os
adolescentes crescem vendo filmes pornográficos,
com atores que têm medidas muito acima da média.
Além disso, os amigos sempre mentem sobre o
tamanho. Eles acabam acreditando numa realidade
que não existe. Calculo que 20% dos pacientes
sofram desse transtorno”, avalia o urologista.
Para fazer a cirurgia, o paciente precisa passar
por uma avaliação médica. “A cirurgia é
considerada em apenas duas circunstâncias. Em
caso de micropênis, que são os com menos de nove
centímetros quando eretos – impossibilitando uma
relação com penetração –, ou quando ocorre
mutilação, levando a perda de grande parte do
pênis – geralmente por câncer ou trauma. Em
ocorrências deste tipo, recorremos às cirurgias
reconstrutoras”, diz Dr. Eloísio. As modalidades
de cirurgia não são poucas. “Podem ser para
aumentar o comprimento, ou para engrossar. Às
vezes o pênis tem um tamanho normal, mas um
diâmetro fino. Em outros casos, nem um nem
outro, como quando há um problema em outra parte
da região genital. “É o caso dos gordinhos, que
ficam com o órgão escondido. Existe uma série de
cirurgias na área de estética genital. Elas não
se resumem ao pênis, mas como nossa sociedade é
fálica, pensamos logo em mexer nele. A região
genital envolve também a área do escroto, a
região púbica, a face supero-medial da coxa e o
períneo. São queixas de estética genital”, cita
o urologista.
Difícil, né? Sorte nossa, que somos apreciadas
até mesmo nos menores frascos. E depois ainda há
mulher reclamando de depilação, TPM e celulite
TENSORDIN®
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